Depois que fiz um post relativamente polêmico neste blog conversei com algumas pessoas (mulheres) e escutei críticas construtivas, elogios e aprendi mais um pouco sobre assuntos relativos ao que escrevi. Aprendi que na maioria das vezes o que temos que fazer é escutar, que em algumas situações faltarão palavras, sejam para aconselhar, acalentar, acalmar ou simplesmente confortar. Descobri que talvez o melhor amigo não seja aquele que irá dar conselhos para que a pessoa solucione seus problemas. Não seja aquele que expõe seu ponto de vista ou que simplesmente diz eu entendo. Talvez o melhor amigo seja aquele que escute, preste atenção e por um momento viva junto com a pessoa aquele momento. Quem fala não quer piedade e na maioria das vezes sequer ser compreendida. O simples falar pode ser um ato de colocar a angústia para fora e desafogar a alma. Aprendi com tudo isso que se você quer ajudar um amigo você terá que alertá-lo para o fato de as decisões serem tomadas de cabeça quente, no fervor dos acontecimentos, mas também deverá se comedir em qualquer conselho que você dê. Isso porque a cada intervenção dizendo que o que você acha acabará explicitando seu ponto de vista e com isso dando opinião. As opiniões podem ser facilmente confundidas com conselhos e assim você estará ajudando as pessoas a decidirem e, nem sempre elas precisam de ajuda para decidir, afinal tem coisas que só cabem a elas. Sendo assim qualquer decisão só diz respeito a cada um. Por mais que a empatia te coloque na mesma situação da pessoa e te faz sofre, viver e sentir as mesmas coisas que ela, nós nunca poderemos estar no lugar e consequentemente decidir qualquer assunto delas. Contudo só posso dizer que quanto mais escutarmos os outros atentamente estaremos sendo verdadeiros amigos. Tomar partido não é a melhor solução, se colocar no lugar não te fará entender tudo e a empatia pode ser perigosa, pois a decisão dos outros pode ser influenciada pela decisão que tomaríamos. Aos que precisam falar continuem falando e aos que precisam escutar façam isso com toda atenção do mundo!
PS: Não pensem nessas coisas escutando "Último Adeus - Paulinho Moska" como estou fazendo, pois pode ser algo traumático! Agora, se você gosta do sentimento à flor da pele faça isso!
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sábado, 1 de maio de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
.mulheres
Eu não agüentei e tive que fazer um post muito polêmico. Depois de religião, futebol e política, falar de mulheres talvez seja o quarto assunto mais polêmico que podemos discutir.
As razões pata tal post é a minha convivência, experiência e conselhos ao longo destes 27 anos.
Falar de mulheres pode parecer um assunto muito complicado, mas a minha tentativa é tentar desmistificar um pouco toda esta história. Dizem que as mulheres são seres incompreensíveis e totalmente instáveis.
Mulheres são julgadas por suas reações e emoções diante de algumas situações. Por causa de algumas atitudes exaltadas (popularmente conhecidas como “tempestades em copos dágua”). Muitas pessoas, na maioria homens, não conseguem entender estas atitudes. Às vezes são tão diferentes umas das outras que acabam gerando esta idéia de extremos. Pensando bem, por que elas agem dessa forma? Alguém conhece alguma mulher que não seja extremista? Elas amam com toda força, (e odeiam também), fazem tudo com amor e são extremamente detalhistas. Este extremismo acaba causando todo este mito de que elas são instáveis. Sofrem com a angústia dos acontecimentos, não têm paciência com o tempo. Já experimentou dizer para alguma que o tempo é o melhor remédio? Elas escutam, aceitam e isso nem sempre significa que concordam. Se o tempo girasse como elas desejam tudo seria mais rápido, fácil e indolor. Seria como tirar o esmalte da unha porque ela não gostou da cor. E a TPM? Esse sim é tabu. Qualquer coisa que saia do controle é culpa da coitada. Em alguns casos é verdade mesmo, a TPM tem o dom de modificar uma mulher. De transformar uma donzela em um dragão. Mas tem justificativa, afinal sofrer com cólicas e ainda não ser compreendida por isso deve ser realmente estressante.
Mas a parte mais difícil para se falar de uma mulher é o relacionamento. Tantas sofrem por causa disso. Na maioria das vezes elas acabam sofrendo sozinhas. Culpa do medo, insegurança, traumas, dentre outras várias razões. Mas será que algum homem já notou que as mulheres sempre procuram basicamente as mesmas coisas? Elas querem se sentir seguras, amadas, receber elogios, serem notadas e o que acho mais importante, as mulheres querem ser ouvidas. Elas querem falar de qualquer coisa mesmo que não entendam nada sobre o assunto. Querem que o ouvinte esteja atento a elas, mesmo que estejam reclamando do corte que o cabeleireiro fez na vizinha de cadeira e que ela achou horrível. Elas querem poder dizer o que sentem, o que as faz sofrer e na maioria das vezes demonstrarem se estão felizes ou não. A sensação de estarem sendo ignoradas só aumenta a insegurança. Por isso que elas acabam tendo atitudes tão extremas. Se você não ouvir nunca conseguirá entender o porquê. Lógico que não é simplesmente falando e ouvindo que todos os problemas estarão resolvidos. Certas ocasiões necessitam de outras atitudes para que sejam resolvidas. Mas no geral o que todas precisam exercitar é a serenidade. Isto sim trará um pouco mais de tranqüilidade para as decisões. Cuidar de si mesma, aprender a se gostar. Depois disso é partir pra guerra novamente
Outra coisa que ouço dizer é sobre a famosa mania que as mulheres têm de não decidirem o que querem fazer (famoso “c* doce”). Mulheres quando se relacionam (na maioria dos casos) levam o relacionamento a sério. Cada pretendente pode mesmo vir a ser o futuro marido. Por isso elas às vezes pensam bastante e em outras ocasiões nem tanto. Nem todas as mulheres saem fazendo test drive em todo mundo que encontram. Algumas necessitam ser conquistadas, daquele pouco mais que elas sabem que pode ser feito. Nesses casos o mais correto é agir da forma que a situação exige. Seja avançar o sinal, desistir ou simplesmente conquistá-la e, então esse problema não será mais delas, mas passará a ser de quem será possível candidato ou não.
E que tal a reciprocidade (famoso “ele não me ligou”). Tem mulheres que acham que este é sinal de que não vai dar certo, ele não gosta de mim, o que eu fiz de errado? Às vezes a pessoa não está afim mesmo, não está preparada ou simplesmente tem um tempo diferente. Qual a média de tempo que se espera pelo retorno da ligação? 1 hora, um dia ou uma semana? Isso vai de acordo com a intensidade em que a mulher deseja receber retorno. E se ele não liga? Porque as mulheres não ligam de volta? Essa eu queria ouvir delas mesmas.
Ele não ligou, não fala mais comigo e não se decide (famoso “e agora?”). Mulheres quando chegam nesta fase vão enlouquecer ou saem ilesas. Na maioria das vezes enlouquecem. Vem a solidão, depressão, e a auto-estima vai ao chão. Existe sempre aquela sensação de algo errado acontecendo com elas. Em seguida vem a culpa. Dias em prantos e bate uma sensação de estarem sendo feitas de bobas. Bate aquela vontade de comer um pote de sorvete ou de sair e encher a cara. Ficam loucas e, então vem a ressaca moral e a realidade, caem aos prantos novamente. E um dia independente desta sucessão de fatos. Elas acordam e aquela pessoa sumiu. Partem para outra e a história pode se repetir. E mais uma vez no e agora? Agora pergunto eu! O que fazer? Infelizmente eu não sei essa resposta, mas vamos nos basear nas tentativas de erros e acertos e quem sabe uma hora dá certo não é?
Um assunto comum que tratei também com algumas mulheres ao longo do tempo é a escolha de seus parceiros (famoso “dedo podre”). Este assunto é recorrente, pois é normal essa pergunta. É capaz mesmo que alguma mulher tenha mesmo o dedo podre? Ou será que elas preferem os cafajestes? Isso eu ainda não consegui descobrir. Acho que vale um estudo para poder comparar. O problema é por onde eu começo.
Se este post tiver sentido voltarei a escrever sobre esse assunto, mas se ele não tiver nenhum sentido, prometo nunca mais escrever sobre isso! Para isso preciso que as mulheres me digam se identificaram-se ou não com o texto acima. Alguém pode me ajudar?
As razões pata tal post é a minha convivência, experiência e conselhos ao longo destes 27 anos.
Falar de mulheres pode parecer um assunto muito complicado, mas a minha tentativa é tentar desmistificar um pouco toda esta história. Dizem que as mulheres são seres incompreensíveis e totalmente instáveis.
Mulheres são julgadas por suas reações e emoções diante de algumas situações. Por causa de algumas atitudes exaltadas (popularmente conhecidas como “tempestades em copos dágua”). Muitas pessoas, na maioria homens, não conseguem entender estas atitudes. Às vezes são tão diferentes umas das outras que acabam gerando esta idéia de extremos. Pensando bem, por que elas agem dessa forma? Alguém conhece alguma mulher que não seja extremista? Elas amam com toda força, (e odeiam também), fazem tudo com amor e são extremamente detalhistas. Este extremismo acaba causando todo este mito de que elas são instáveis. Sofrem com a angústia dos acontecimentos, não têm paciência com o tempo. Já experimentou dizer para alguma que o tempo é o melhor remédio? Elas escutam, aceitam e isso nem sempre significa que concordam. Se o tempo girasse como elas desejam tudo seria mais rápido, fácil e indolor. Seria como tirar o esmalte da unha porque ela não gostou da cor. E a TPM? Esse sim é tabu. Qualquer coisa que saia do controle é culpa da coitada. Em alguns casos é verdade mesmo, a TPM tem o dom de modificar uma mulher. De transformar uma donzela em um dragão. Mas tem justificativa, afinal sofrer com cólicas e ainda não ser compreendida por isso deve ser realmente estressante.
Mas a parte mais difícil para se falar de uma mulher é o relacionamento. Tantas sofrem por causa disso. Na maioria das vezes elas acabam sofrendo sozinhas. Culpa do medo, insegurança, traumas, dentre outras várias razões. Mas será que algum homem já notou que as mulheres sempre procuram basicamente as mesmas coisas? Elas querem se sentir seguras, amadas, receber elogios, serem notadas e o que acho mais importante, as mulheres querem ser ouvidas. Elas querem falar de qualquer coisa mesmo que não entendam nada sobre o assunto. Querem que o ouvinte esteja atento a elas, mesmo que estejam reclamando do corte que o cabeleireiro fez na vizinha de cadeira e que ela achou horrível. Elas querem poder dizer o que sentem, o que as faz sofrer e na maioria das vezes demonstrarem se estão felizes ou não. A sensação de estarem sendo ignoradas só aumenta a insegurança. Por isso que elas acabam tendo atitudes tão extremas. Se você não ouvir nunca conseguirá entender o porquê. Lógico que não é simplesmente falando e ouvindo que todos os problemas estarão resolvidos. Certas ocasiões necessitam de outras atitudes para que sejam resolvidas. Mas no geral o que todas precisam exercitar é a serenidade. Isto sim trará um pouco mais de tranqüilidade para as decisões. Cuidar de si mesma, aprender a se gostar. Depois disso é partir pra guerra novamente
Outra coisa que ouço dizer é sobre a famosa mania que as mulheres têm de não decidirem o que querem fazer (famoso “c* doce”). Mulheres quando se relacionam (na maioria dos casos) levam o relacionamento a sério. Cada pretendente pode mesmo vir a ser o futuro marido. Por isso elas às vezes pensam bastante e em outras ocasiões nem tanto. Nem todas as mulheres saem fazendo test drive em todo mundo que encontram. Algumas necessitam ser conquistadas, daquele pouco mais que elas sabem que pode ser feito. Nesses casos o mais correto é agir da forma que a situação exige. Seja avançar o sinal, desistir ou simplesmente conquistá-la e, então esse problema não será mais delas, mas passará a ser de quem será possível candidato ou não.
E que tal a reciprocidade (famoso “ele não me ligou”). Tem mulheres que acham que este é sinal de que não vai dar certo, ele não gosta de mim, o que eu fiz de errado? Às vezes a pessoa não está afim mesmo, não está preparada ou simplesmente tem um tempo diferente. Qual a média de tempo que se espera pelo retorno da ligação? 1 hora, um dia ou uma semana? Isso vai de acordo com a intensidade em que a mulher deseja receber retorno. E se ele não liga? Porque as mulheres não ligam de volta? Essa eu queria ouvir delas mesmas.
Ele não ligou, não fala mais comigo e não se decide (famoso “e agora?”). Mulheres quando chegam nesta fase vão enlouquecer ou saem ilesas. Na maioria das vezes enlouquecem. Vem a solidão, depressão, e a auto-estima vai ao chão. Existe sempre aquela sensação de algo errado acontecendo com elas. Em seguida vem a culpa. Dias em prantos e bate uma sensação de estarem sendo feitas de bobas. Bate aquela vontade de comer um pote de sorvete ou de sair e encher a cara. Ficam loucas e, então vem a ressaca moral e a realidade, caem aos prantos novamente. E um dia independente desta sucessão de fatos. Elas acordam e aquela pessoa sumiu. Partem para outra e a história pode se repetir. E mais uma vez no e agora? Agora pergunto eu! O que fazer? Infelizmente eu não sei essa resposta, mas vamos nos basear nas tentativas de erros e acertos e quem sabe uma hora dá certo não é?
Um assunto comum que tratei também com algumas mulheres ao longo do tempo é a escolha de seus parceiros (famoso “dedo podre”). Este assunto é recorrente, pois é normal essa pergunta. É capaz mesmo que alguma mulher tenha mesmo o dedo podre? Ou será que elas preferem os cafajestes? Isso eu ainda não consegui descobrir. Acho que vale um estudo para poder comparar. O problema é por onde eu começo.
Se este post tiver sentido voltarei a escrever sobre esse assunto, mas se ele não tiver nenhum sentido, prometo nunca mais escrever sobre isso! Para isso preciso que as mulheres me digam se identificaram-se ou não com o texto acima. Alguém pode me ajudar?
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